Totem inova nas relações entre deficiente e espaço público

A noção de tecnologia se limita ao que já conhecemos. Assim como a ideia de futuro. Grande parte das pessoas sonha em como serão os aparelhos televisores daqui uns 20 anos. Será que será tudo em 3D? Será que poderemos ter algum grau de interação? Será que nós participaremos ao vivo dos programas que estamos assistindo? A dificuldade em encontrar respostas para essas perguntas é imensa. Até Steve Jobs lançar alguma coisa que se torne a resposta.

O que muita gente não sabe – ou se esquece – é o fato de que aparelhos televisores 3D ou computadores de mão não serem as únicas maneiras de demonstrar o quanto a tecnologia evoluiu. Alheia a esse mundo do entretenimento eletrônico, a SignoSinal tem uma preocupação diferente: acessibilidade.

As pessoas portadoras de deficiência estão há muito, inseridas no nosso cotidiano. E quem vivencia, sabe o quanto é difícil sobreviver nas cidades despreparadas para receber o deficiente. A dificuldade de um cadeirante em encontrar um ônibus que tenha rampa. Ou a indiferença da maioria para um deficiente visual que pede ajuda para ser levado a algum lugar. Coisas assim, do dia-a-dia, que para nós não significa muito, mas que para eles fazem toda a diferença.

E falando em futuro, a Signo Sinal apresenta um lançamento que inova o conceito de acessibilidade em lugares públicos. Sim, em grandes locais, como um parque. Ou em situações mais privadas, como a portaria de um prédio. O Totem SOS é um aparelho que amplia as possibilidades de atendimento a deficientes físicos, visuais e auditivos, por meio de um sistema que utiliza um interfone e um painel luminoso como ferramentas de comunicação.

Ao chegar na portaria de um prédio, por exemplo, o cadeirante não terá dificuldades em falar ao interfone, perfeitamente localizado na altura de uma cadeira de rodas. Já o deficiente auditivo poderá se comunicar por meio do painel luminoso. O totem está conectado a um painel de controle, que monitora o aparelho a todo momento. Assim, o operador recebe o chamado e, prontamente, poderá ajudar.

A ideia, além de auxiliar no cotidiano do deficiente, procura conceder mais autonomia a eles.  “A nossa intenção é permitir que os estabelecimentos ofereçam mais independência aos deficientes, permitindo que eles possam ser atendidos, conduzidos e auxiliados de uma forma mais humana e respeitosa”, afirma Henriette Helfant, diretora operacional da SignoSinal.

Edi Caires

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