Arquivo da categoria: sinalização

THEATRE OF POITIERS: Sinalização

Projeto de sinalização e ambientação do Théâtre et Auditorium de Poitiers, localizado na França, foi desenvolvido pelo estúdio de design P-06 Atelier de Portugal em parceria com o arquiteto João Luis Carrilho da Graça. O conceito gráfico do trabalho buscou nas cores e no uso da tipografia os elementos de comunicação para os espaços do prédio.

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PARQUE GERMÂNIA : Sinalização

O projeto do Parque Germânia, que fica em Porto Alegre, foi desenvolvido pela SCENO, escritório especializado em projetos de environmental graphic design. Entre outros conceitos buscou-se na inovação a fórmula para transformar a atmosfera de um ambiente tão visitado como esse. Através de grandes elementos de identificação esse espaço passou a ser um ponto de referência entre as diversas praças da cidade.

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Albert Concept Retail: Sinalização do supermercado

Projeto clean, muito bom!

Projeto de comunicação visual para o Supermercado Albert na República Tcheca, desenvolvido pelo escritório de design Blink.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Sydney Water

Ao mudar sua sede corporativa para Parramatta em 2009, um edifício icónico foi desenhado por Denton Corker Marshall. Foi construída por MULTIPLEX Brookfield, ambientação por Woods Bagot e sistema de sinalização por BrandCulture. A sinalização e elementos gráficos foram projetados para que fossem compatíveis com  os acabamentos arquitetônicos.

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Sinalização com criatividade….

simples e de baixo custo, uma ótima forma de indicação do andar….assim não tem desculpa de que errou o andar!

Nayara Ribeiro

Design gráfico e sinalização, Fazenda São José, Itapira-SP

Natureza e iconografia

O cenário natural dá o tom à identidade visual e à sinalização desenvolvidas por Carlos Perrone , do estúdio Desenhológico, para a Fazenda São José, localizada na região de Itapira, interior de São Paulo, que reúne clube e campo profissional de golfe, pecuária, criação de animais silvestres, aeródromo, além de reserva natural com vegetação de cerrado.Modular e extremamente versátil, o projeto se destaca pela síntese eficiente entre tradição e inovação no padrão gráfico de áreas rurais brasileiras.

Perrone e a equipe do Desenhológico criaram a marca geral e as específicas para cada atividade da São José, a partir de desenho que faz referências à vegetação do entorno e ao nome da fazenda.

“Nossa idéia era minorizar a interferência napaisagem e enfatizar a proximidade com o cerrado, que, ao contrário do que se imagina, não é exclusivo do Brasil central. Pensamos ainda em trazer à memória a identidade tradicional de áreas rurais brasileiras, caracterizada pelo nome escrito por extenso e iniciais em evidência”, explica o designer e arquiteto.

A inovação é obtida pela introdução de cores fortes , pela coexistência de materiais como o aço e amadeira e, ainda, por padrão gráfico que, ordenado por símbolos e representações pictóricas, caracteriza-se por traços e contornos quase esquemáticos.

angico-vermelho , árvore típica da região, identifica a marca geral da São José, enquanto a bola de golfe, os animais e o aeroplano diferenciam as secundárias.

Acima de critérios técnicos, Perrone explica que o projeto priorizou a ambiência de relaxamento da fazenda, conceito identificável pela linguagem visual com forte carga iconográfica. “A Fazenda São José é vista por pessoas em estado de repouso, o que nos deu a liberdade de relegar a preocupação com a alta legibilidade e velocidade na transmissão de informações”, ele avalia.

É também marcante a idéia de enquadramento , tanto na paisagem quanto na própria identidade visual, estruturado pela repetição de elementos e recortes quadrados. No sistema de marcas, esse padrão é obtido por desenho ortogonal em que o logotipo é emoldurado por contorno na cor verde, dividido em quatro partes iguais. Elas contém isoladamente as palavras que integram o nome da fazenda e, em destaque, no canto superior direito, o ícone que identifica cada marca e atividade isoladamente.

A sinalização apóia-se em sistema construtivo que leva em consideração a resistência a intempéries e a sutil inserção na paisagem natural, sobretudo ao criar recorte retangular, portanto área vazada , entre o logotipo da marca e o nome do espaço. Assim, enfatiza Perrone, “a bela paisagem é sempre referência para o usuário”.

campo de golfe , com 240 mil metros quadrados, nove buracos e quatro lagos, é uma das principais áreas da fazenda, tanto pelo uso profissional quanto pela localização privilegiada em meio ao cerrado.

“Não tínhamos experiência anterior com a codificação do esporte, mas mergulhamos em seu universo visual para criar sinalização eficiente e inédita. O que descobrimos é que há geralmente forte vinculação ao estilo norte-americano, com tendência à fantasia.Não gostamos do que vimos ”, comenta Perrone.

Assim, o projeto do Desenhológico se concentrou na pesquisa e no cuidadoso desenho de mapas , de representações do campo de golfe, o que eliminou as tradicionais bordas e contornos das figuras.

“O jogador tem à disposição desenho efetivamente representativo das dimensões e características físicas do campo e, embora a sinalização seja inovadora, qualquer que seja sua nacionalidade há aimediata identificação da imagem visual do esporte ”, define Perrone.

Texto resumido a partir de reportagem
de Evelise Grunow
Publicada originalmente em PROJETO DESIGN
Edição 291 Maio de 2004

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Nayara Ribeiro

Férias Vivas lança sinalização inédita de turismo na Adventure Sports Fair

 

Os pictogramas de segurança se baseiam nos acidentes mais comuns registrados no banco de dados da ONG em seis anos.

Imagine não ter dúvidas sobre estar em local seguro quanto a deslizamentos, isentos de animais peçonhentos ou de que se está em águas rasas. Parece estranho, mas avisos como esses ainda não existem em pontos turísticos do Brasil. São garantias dessa natureza que os esportistas, turistas e adeptos de diferentes formas de lazer passam a ter com os pictogramas de segurança que a Associação Férias Vivas lança com exclusividade na Adventure Sports Fair, maior feira de esportes e turismo do país, que acontece de 4 a 7 de setembro, no Pavilhão Imigrantes, em São Paulo.

A missão de Férias Vivas – de educar e conscientizar para o turismo e o lazer seguro e responsável – está presente nas primeiras 14 placas de sinalização, desenvolvidas pelo designer e diretor da CZ Publicidade, Cezar de Almeida, a pedido da ONG. “Para chegar a esses 14 pictogramas, levamos em consideração os acidentes mais comuns registrados, desde a fundação da ONG em 2002 até agora, em nosso banco de dados de acidentes”, explica Sílvia Basile, presidente e fundadora de Férias Vivas, acrescentando que o trabalho é a concretização de análises de risco que já duram quatro anos.

Os pictogramas, ou placas de sinalização de segurança, orientam os usuários em relação a possíveis riscos em diferentes atividades, como caminhada, mergulho em lagos e represas; sobre o que é permitido ou proibido utilizar em determinadas áreas, entre outros.

Em breve, o conjunto inicial pode ganhar a companhia de várias outras placas de sinalização. “O objetivo, a partir do lançamento na Adventure Fair, é comercializar o produto junto a empreendimentos turísticos e produzi-los por encomenda. Outra proposta é fazer uma visita técnica ao empreendimento, avaliar todas as suas necessidades em sinalização e, então, executar os pictogramas necessários”, sugere a presidente.

Todos têm a medida de 40×60 cm e são confeccionados em placa de polietileno de 3mm em adesivo vinil com laminação fosca. Trazem quatro furos e, dependendo do local em que forem utilizados, podem ser pregados, aparafusados, amarrados ou mesmo colados. As placas poderão trazer de um lado a logomarca do empreendimento e, do outro, em tamanho menor, o de Férias Vivas, acompanhado do aviso de direitos reservados. “O que estaremos mostrando na Adventure Fair é que demos mais um passo em nosso trabalho voltado a ampliar a consciência sobre a prevenção e a segurança, bem como minimizar a ocorrência de acidentes no turismo e no lazer”, ressalta Sílvia.

Em dia com a Política Nacional de Turismo – No momento em que preparam os pictogramas de segurança para a Adventure Fair, os voluntários de Férias Vivas aguardam pela sanção do presidente Lula para o Projeto de Lei nº 3.118-A, de 2008, que dispõe sobre a Política Nacional de Turismo, define as atribuições do Governo Federal no planejamento, desenvolvimento e estímulo ao setor turístico, revoga leis anteriores e dá outras providências como o parágrafo VIII do Artigo 9º: que diz: “O Sistema Nacional de Turismo tem por objetivo promover o desenvolvimento das atividades turísticas, de forma sustentável, pela coordenação e integração das iniciativas oficiais com as do setor produtivo, de modo a:

VIII – implantar sinalização turística de caráter informativo, educativo e, quando necessário, restritivo, utilizando linguagem visual padronizada nacionalmente, observados os indicadores de sinalização turística utilizados pela Organização Mundial de Turismo”.

As Férias Vivas – Férias Vivas é uma entidade sem fins lucrativos, que nasceu em 2002 com a missão de “educar para o turismo e o lazer seguro e responsável”. Motivada por uma tragédia pessoal a fundar a ONG, a diretora-presidente Sílvia Basile explica: “o nosso foco é a prevenção e a segurança em turismo e lazer; a nossa missão, minimizar os acidentes nessas áreas. Assim, o conceito da Férias Vivas é o de preservar a vida humana, perseguindo o lema ‘pratique com segurança’. O que permeia tudo isso é a idéia de que com segurança você vai mais longe”.

A Ong conta com o trabalho voluntário e permanente de um grupo de profissionais atuantes em áreas diversas e tem sempre a adesão de amigos e simpatizantes à causa nos momentos que exigem mais disponibilidade de tempo, como a participação em evento, por exemplo.

Os interessados em conhecer mais sobre a atuação da Férias Vivas, seu histórico, dicas, publicações, produtos, como tirar dúvidas, entre outros, devem acessar o site http://www.feriasvivas.org.br.

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sistema de sinalização turistica

Sistema de sinalização turística – a importância da sinalização turística para o desenvolvimento sustentável do Turismo

23/8/2004 – Janaina Britto

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INTRODUÇÃO

Por ocasião da apresentação da dissertação de mestrado, em junho de 2001, pesquisou-se a existência de diretórios, sistemas e repertórios de sinalização turística, oficiais e não-oficiais, de forma a se analisar qual conjunto norteava a sinalização turística brasileira e quais eram seus referenciais.

Chegou-se à consideração que os principais referenciais de sinalização, turística e não-turística, são os diretórios internacionais, especificamente os do Instituto Americano de Artes Gráficas – AIGA e o do estudioso japonês Kuwayama, que referenciam vários sistemas de sinalização no mundo e, especialmente no Brasil, fornecem subsídios a alguns sistemas nacionais oficiais, tais como o do Conselho Nacional de Trânsito – CONTRAN, e do Instituto Brasileiro de Turismo – EMBRATUR..

Na ocasião, considerou-se que a pesquisa tinha sua importância baseada em 3 justificativas. Primeiramente, os estudos e pesquisas de caráter científico sobre o tema eram escassos, assim como a bibliografia de referência, tanto no Brasil e mesmo no Exterior. Por outro lado, até o .momento não se tinha encontrado – e ainda atualmente – nenhuma produção científica no Brasil sobre sinalização turística , confirmando, assim, o ineditismo e originalidade da pesquisa.

Em segundo lugar, o receptivo oferecido aos turistas visitantes dos mais variados países, em relação à comunicação e informação a esses, envolve um aspecto que não tem sido tratado com relevância até o momento, mas de fundamental importância no processo de comunicação com os turistas: a comunicação inteligível e compreensível que se traduza em receptividade, qualidade e segurança. A sinalização apresentada nas destinações turísticas, principalmente aquelas de maior fluxo turístico, é precária, confusa e praticamente inexistente, mesclada a anúncios, “banners” promocionais e sinalizações de outras naturezas.

Finalmente

, depara-se com publicações nacionais tais como: “Estudo da Demanda Turística Internacional”, realizadas desde 1996 até a mais recente publicação em 2002, do Instituto Brasileiro de Turismo – EMBRATUR que, apresentando os resultados de suas pesquisas anuais sobre Turismo Emissivo e Receptivo Internacional, permanecem apontando a Sinalização Turística no Brasil como um dos itens mais criticados pelos turistas internacionais. A classificação dos pictogramas de sinalização, apresentada por esse Instituto ainda é frágil, a despeito de sua nova publicação, em dezembro de 2001, denominada de “Guia Brasileiro de Sinalização Turística”, que insere mais 43 pictogramas para uso de sinalização turística destinada ao patrimônio histórico-cultural.

Em contrapartida, a Comunicação, dentro do enfoque do turismo, pode ser entendida como a mola mestra do processo. Sem a informação e a mensagem, não haveriam condições de se promover, de forma a garantir a sustentabilidade, qualquer produto, equipamento ou serviço turístico, posto que são as relações humanas que permeiam as relações econômicas, sociais, histórico-culturais e ambientais do turismo.

Assim, mais do que comunicar algo, dentro do universo do turismo, é necessário informar o mercado, com segurança e qualidade, não somente sobre esses produtos, equipamentos e serviços, mas, principalmente, como e quando utilizá-los. É, portanto, através da sinalização turística, que os visitantes podem se deslocar, se acomodar, se alimentar e apresentar comportamentos relativos a determinadas situações, garantindo a sustentabilidade dos meios.ambientes naturais, sócio-culturais e temáticos.

2 A SUSTENTABILIDADE DO TURISMO

O conceito de sustentabilidade está ligado a três fatos importantes: qualidade, continuidade e equilíbrio. De uma maneira ou de outra o turismo sustentável é definido como modelo de desenvolvimento econômico projetado para:

. Melhorar a qualidade de vida da população local, das pessoas que vivem e trabalham no local turístico.

·Prover experiência de melhor qualidade para o visitante.

· Manter a qualidade do meio ambiente da qual depende a população local e os visitantes.

· A efetivação do aumento dos níveis de rentabilidade econômica da atividade turística para os residentes locais.

· Assegurar a obtenção de lucros pelos empresários turísticos. Em suma, o negócio turístico terá de ser rentável, caso contrário, os empresários esquecerão o compromisso de sustentabilidade e o equilíbrio será alterado.

Da mesma forma, o Turismo pode trazer determinados prejuízos quando não desenvolvido de maneira sustentável:

 degradação e destruição dos recursos naturais;

·perda da autenticidade da cultural local;

·descrição estereotipada e falsa do turista e do país ou região de que procede, por falta de informação adequada;

· ausência de perspectivas para aqueles grupos da população local das áreas de destinação turística, que não obtêm benefícios diretos das visitas dos turistas ou do próprio Sistema de Turismo da localidade;

· aparecimento de fenômenos de disfunção social na família, anormalidades no processo de socialização, desintegração da comunidade;

· dependência do capital estrangeiro ou de estereótipos existentes em face do Turismo.

Portanto, o processo de desenvolvimento turístico sustentável é a conjunção de três fatores que se inter-relacionam de forma dinâmica, com o objetivo de conseguir um equilíbrio final: a sustentabilidade do sistema turístico. Esses fatores são:

Sustentabilidade econômica: Assegura um crescimento turístico eficiente; o emprego e os níveis satisfatórios de renda, junto com um controle sobre os custos e benefícios dos recursos, que garante a continuidade para as gerações futuras (OMT, 2001).Sustentabilidade ecológica: Assegura que o desenvolvimento turístico é compatível com a manutenção dos processos biológicos (OMT, 2001)..

Sustentabilidade sociocultural: Garante o desenvolvimento turístico compatível com a cultura e os valores das populações locais, preservando a identidade da comunidade(OMT, 2001).

 

3 SINALIZAÇÃO TURÍSTICA E SUSTENTABILIDADE

Para o turismo o pictograma se apresenta como forma de comunicação e informação necessárias à atividade turística sustentável que, permeando a infra-estrutura urbana ou rural existente, estará então, sujeita às condições de sinalização destas, e igualmente demandará uma sinalização própria em relação aos equipamentos, serviços e atrativos turísticos.

O visitante deverá contar com uma sinalização tal, que lhe forneça todas as informações necessárias para garantir sua comodidade, segurança e satisfação. por um lado e a correta postura e adequado comportamento frente à necessidade de conservação do ambiente explorado. O turista, no entanto, é diferenciado em seus conhecimentos e gostos e em suas tradições e cultura. Conclui-se que não será qualquer sistema de sinalização que atenderá a tal diversificação.Mário Beni afirma que:

 “a satisfação que o turista procura através do consumo de bens e serviços turísticos passa pela aquisição de experiências muito diversificadas, encontradas no consumo de diferentes componentes do produto – a ‘função utilidade’, segundo a linguagem econômica convencional”.(2001)

Alguns sinais já são mundialmente conhecidos, mas a maior parte deles precisa ser aprendido e assimilado. Esse é o maior desafio da Comunicação Visual, principalmente se direcionada à sustentabilidade do turismo, já que nem todos os pictogramas podem ser idealizados universalmente na medida em que reproduzem, espontaneamente, a criatividade e a cultura de cada região.

Por outro lado, a padronização é necessária a fim de que se estabeleça a comunicação entre emissor e receptor. E esta se mostrou possível apenas, a partir do conhecimento prévio de seus sinais. conseguido através da repetição do uso de sistemas de sinalização. No entanto, tal processo demanda tempo e, por conseguinte, a necessidade de que o aprendizado de procedimentos sinaléticos fosse uma constante na vida de cada ser humano, assim como o é, a simbologia lingüística, o que, infelizmente, não é fato. As informações ainda não são bem compreendidas. Os profissionais do turismo e das comunicações precisam, urgentemente, criar um fórum aberto de discussões, de forma a buscarem a padronização necessária ao perfeito desenvolvimento do receptivo turístico e a qualidade objetivada na maioria dos projetos de desenvolvimento turístico.

4 O SISTUR E A SINALIZAÇÃO TURÍSTICA

O Turismo apresenta-se como um sistema, isto é, como um conjunto de elementos que estabelecem conexões interdependentes entre si de caráter funcional e espacial como sejam as zonas de proveniência de visitantes (núcleos emissores), as zonas de destino (núcleos receptores), as rotas de trânsito e todas as atividades que produzem os bens e serviços turísticos (atividade turística)Este conjunto é constituído por agregados ou subsistemas que, por sua vez, se decompõem em vários elementos interdependentes e que formam as estruturas internas do sistema. Um desses subsistemas é apontado como os núcleos emissores de demanda turística, formada pelos fluxos de pessoas que saem, temporariamente, de seu local de residência para outros locais. Estes fluxos turísticos são constituídos por indivíduos, famílias e grupos de pessoas que, nos seus deslocamentos, são influenciadas por fatores de várias ordens: rendimentos, condições de vida, tempo livre, nível cultural, etc.Da mesma maneira, nas regiões que visitam (receptoras) se estabelecem conexões e relações profundas, pela utilização, por parte dos turistas, de transportes, estabelecimentos hoteleiros ou restaurantes. Tal utilização deverá ser influenciada pela comunicação, informação e sinalização turísticas a fim de prover e garantir melhores relações com as populações das regiões que os recebem, minimizando impactos de natureza natural, sociocultural e econômica. Daqui resulta que o funcionamento equilibrado do sistema turístico obriga a que todos os seus componentes funcionem harmonicamente.Muitas vezes a importância dada a alguns elementos do turismo, tais como o alojamento, os transportes ou a promoção, o que é compreensível pela sua relevância na atividade turística e pela influência que exercem na opinião pública, tende a secundarizar outros elementos, conduzindo a uma errada ou incompleta identificação dos componentes que melhor podem fazer funcionar o sistema.Conforme Beni (2001), nesta perspectiva, o estudo e a avaliação do turismo implicam, por um lado, a análise da competitividade das empresas, do ambiente, do mercado, dos resultados, das ligações com instituições, do consumidor e das suas relações com os produtores e, por outro, a análise do ponto de vista macro, ou seja, o exame do turismo como conjunto de atividades de um país ou de uma região e as relações com outros sistemas tais como o político, econômico e social, onde o sistema de sinalização estará, fatalmente, inserido.

simone peres

 

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Axe aproveita a saída de emergência – Jacque Post 18

A AXE encontrou uma maneira curiosa, completamente alinhada ao conceito do produto e bastante criativa de aproveitar a sinalização dos locais públicos para divulgar sua marca.

Mas fica aí a pergunta: Será que essa intervenção dificulta a identificação da saída de emergência?  Será que ela pode gerar ruído na comunicação e prejudicar o objetivo da sinalização? O que você acha?

axe.jpg

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Rodovias do Paraná terão placas de sinalização turística

 

O projeto irá seguir padronização estabelecida pelo Guia Brasileiro de Sinalização Turística

A Secretaria do Turismo e a Paraná Turismo assinaram na terça-feira (16) contrato com a empresa Projevias para elaboração do projeto executivo de sinalização turística. 

 
O projeto irá seguir padronização estabelecida pelo Guia Brasileiro de Sinalização Turística, elaborado em 2001 pela Embratur, Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e Denatran para criar uma unidade de sinalização em todo o País. 
 

 

 
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Respeite a sua própria vida

As Placas

 

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Sergio Bergocce – karlapinheiro

Pictogramas para sinalização de banheiros públicos criado pelo designer brasileiro  Sergio Bergocce :

Novidades na sinalização das ruas

JOINVILLE

O cruzamento das ruas 7 de Setembro com Itajaí, no Centro, de Joinville, nas últimas semanas está de cara nova. As placas verticais de “pare” e “40 km/h” foram reproduzidas no chão. O cruzamento é um dos campeões em acidentes e o objetivo da Companhia de Desenvolvimento e Urbanização (Conurb) é chamar a atenção dos motoristas para que respeitem a sinalização. No entanto, a medida é uma experiência inicial.

Segundo a gerente de trânsito da Conurb, Michelle Lins, o período de avaliação é de 90 dias. Depois disso, se for confirmada uma redução no número de acidentes, as sinalizações serão aplicadas também em outras vias. “O investimento é alto, por isso precisamos avaliar os resultados. Depois, vamos levantar os pontos e cruzamentos mais críticos para aplicar a sinalização”, explica, dizendo que o metro quadrado custa R$ 55. “Se fosse utilizada uma tinta acrílica comum, seria R$ 14”.

O material utilizado para as novas aplicações é o elastoplástico, já usado em faixas de pedestres desde 2009. A vantagem deste material é por ser antiderrapante, tem melhor aderência pelo solo e a secagem instantânea, além da maior durabilidade.

O mesmo material foi aplicado nos corredores de ônibus da avenida Santa Catarina e da rua São Paulo com as indicações “só ônibus”. A companhia tem a intenção de aplicar a sinalização, também, em frente a escolas. Até agora, foram investidos R$ 224.719,60, nos 282,79 metros quadrados aplicados. Os recursos são da própria Conurb.

Edi Caires

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Totem inova nas relações entre deficiente e espaço público

A noção de tecnologia se limita ao que já conhecemos. Assim como a ideia de futuro. Grande parte das pessoas sonha em como serão os aparelhos televisores daqui uns 20 anos. Será que será tudo em 3D? Será que poderemos ter algum grau de interação? Será que nós participaremos ao vivo dos programas que estamos assistindo? A dificuldade em encontrar respostas para essas perguntas é imensa. Até Steve Jobs lançar alguma coisa que se torne a resposta.

O que muita gente não sabe – ou se esquece – é o fato de que aparelhos televisores 3D ou computadores de mão não serem as únicas maneiras de demonstrar o quanto a tecnologia evoluiu. Alheia a esse mundo do entretenimento eletrônico, a SignoSinal tem uma preocupação diferente: acessibilidade.

As pessoas portadoras de deficiência estão há muito, inseridas no nosso cotidiano. E quem vivencia, sabe o quanto é difícil sobreviver nas cidades despreparadas para receber o deficiente. A dificuldade de um cadeirante em encontrar um ônibus que tenha rampa. Ou a indiferença da maioria para um deficiente visual que pede ajuda para ser levado a algum lugar. Coisas assim, do dia-a-dia, que para nós não significa muito, mas que para eles fazem toda a diferença.

E falando em futuro, a Signo Sinal apresenta um lançamento que inova o conceito de acessibilidade em lugares públicos. Sim, em grandes locais, como um parque. Ou em situações mais privadas, como a portaria de um prédio. O Totem SOS é um aparelho que amplia as possibilidades de atendimento a deficientes físicos, visuais e auditivos, por meio de um sistema que utiliza um interfone e um painel luminoso como ferramentas de comunicação.

Ao chegar na portaria de um prédio, por exemplo, o cadeirante não terá dificuldades em falar ao interfone, perfeitamente localizado na altura de uma cadeira de rodas. Já o deficiente auditivo poderá se comunicar por meio do painel luminoso. O totem está conectado a um painel de controle, que monitora o aparelho a todo momento. Assim, o operador recebe o chamado e, prontamente, poderá ajudar.

A ideia, além de auxiliar no cotidiano do deficiente, procura conceder mais autonomia a eles.  “A nossa intenção é permitir que os estabelecimentos ofereçam mais independência aos deficientes, permitindo que eles possam ser atendidos, conduzidos e auxiliados de uma forma mais humana e respeitosa”, afirma Henriette Helfant, diretora operacional da SignoSinal.

Edi Caires

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