Arquivo da categoria: Uncategorized

Museu do Futebol: Comunicação visual Sala dos Números e Sala das Origens

 

 

Museu do Futebol
Comunicação visual Sala dos Números e Sala das Origens
2008, Jair de Souza Design
Com Rafael Torres
Direção de arte: Jair de Souza
Museografia: Daniela Thomas e Felipe Tassara

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Expo: A imagem do Brasil no tempo da Segunda Guerra – Ambientação

A imagem do Brasil no tempo da
Segunda Guerra

Design visual
2009, Jair de Souza Design
Com Dan Fervin e Guilherme Portela
Projeto expográfico: Jair de Souza

Postado por Thiago

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Revista O Globo 5 anos – Ambientação


Revista O Globo 5 anos

Ambientação
2009, Jair de Souza Design
Com Jair de Souza

Postado por Thiago

Unilever + ambientação e sinalização – Projeto Vitalidade

Projeto de ambientação e sinalização baseado no conceito global da Unilever – Vitality.

Implantado inicialmente nas unidades Home & Personal Care/Latin América, na Avenida Juscelino Kubitschek/São Paulo e na Unidade Valinhos/interior de São Paulo, este projeto ganhou força e foi aplicado também na cidade de Leeds/Inglaterra. Neste momento, o Vitality está sendo implantado na unidade Pouso Alegre/MG.

Mais sobre o projeto

 

Post por Thiago

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NAVE – ouro no IDEA Brasil e IDEA Awards

Projeto de sinalização e ambientação  muito bom, me chama atenção a combinação das cores, e os detalhes em linhas finas das ilustrações.

NAVE
Marca, Comunicação visual, Ambientação e Sinalização
2008, Jair de Souza Design
Com Rita Sepulveda, Eduardo Paixão, Rafael Torres e Antonio Duarte
Direção de arte: Jair de Souza

Projeto premiado com ouro no IDEA Brasil eIDEA Awards

 

Post por Thiago

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Sinalizações futuristas invadem áreas industriais de Madrid

Estrturados em aço, vidro e policarbonato, postos de sinalização em LEDs facilitam visualização das entradas de áreas industriais

O sistema de sinalização para as zonas industriais de Madrid, foi concebido pelo escritório Brut Deluxe Arquitetura + Design, a fim de orientar o visitante visualmente ao seu destino de maneira clara e evidente. Chamado de Totem, os postos de sinalização possuem estrutura em aço com revestimento de policarbonato branco e vidro. À noite, os sinais são iluminados por dentro, por LEDs brancos ligados à temporizadores de lâmpadas da rua.

O objetivo do projeto é dar uma imagem distinta de forma que se possa visualizar e identificar ainda que de longa distância os pontos de acesso principal. Uma vez localizada a área industrial, os postos seguintes possuem informações mais detalhadas impressas ao redor de suas bases, como mapa da área e uma lista de todas as empresas.

Em dezembro de 2010, o sistema de sinalização foi instalado nas primeiras três áreas industriais de Madrid (Villaverde, Vallecas e Aguacate) com um total de 4 postos primários (com a função de facilitar a localização da zona industrial) e 27 secundários (localizados dentro das zonas industriais, oferecendo informações mais detalhadas, como mapas e lista de empresas)

Por: Thiago

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Sinalização p/ Cadeia – karla

Trabalho de faculdade.(Wagner)
“O real objetivo desses elementos criados é, de uma forma mais engraçada e divertida, expor e até mesmo ridicularizar, os principais problemas encontrados dentro de uma cadeia”

passou da hora … rs – Karla

“Quantas vezes não vimos lugares de estacionamento reservados a pessoas com deficiência e também, já agora, os lugares reservados a grávidas, ocupados por todos menos a quem lhe é devido? Até compreendo os homens que estacionam no lugar reservado a mulheres grávidas. Muitos deles têm “gravidezes” avançadas de 10 meses ou mais de cerveja, enchidos e nenhum exercício físico. Quanto aos outros, ou são mesmo deficientes mentais ou não sabem ler.

Nada melhor que colocar sinalização deste tipo, muito mais evidente, para quem achar que só o primeiro sinal não é suficientemente claro (e ainda se diz que uma imagem vale por mil palavras…). Este upgrade na sinalética é capaz de dissuadir, por vergonha, alguns perpetradores ou incentivar outros a assumirem-se como doentes mentais que são. Só não serve como solução se o problema for a iliteracia, mas isso é outra história…”

 

SINALIZAÇÃO VERTICAL – Karla

SINALIZAÇÃO VERTICAL
É um subsistema da sinalização viária cujo meio de comunicação está na posição vertical,
normalmente em placa, fixado ao lado ou suspenso sobre a pista, transmitindo mensagens de caráter
permanente e, eventualmente, variáveis, através de legendas e/ou símbolos pré-reconhecidos e
legalmente instituídos.
A sinalização vertical é classificada de acordo com sua função, compreendendo os seguintes tipos:
– Sinalização de Regulamentação;
– Sinalização de Advertência;
– Sinalização de Indicação.

SINALIZAÇÃO DE REGULAMENTAÇÃO
Tem por finalidade informar aos usuários as condições, proibições, obrigações ou restrições no uso
das vias. Suas mensagens são imperativas e o desrespeito a elas constitui infração.

Formas e Cores
A forma padrão do sinal de regulamentação é a circular, e as cores são vermelha, preta e branca:
Características dos Sinais de Regulamentação

Constituem exceção, quanto à forma, os sinais R-1 – Parada Obrigatória e R-2 – Dê a Preferência,
com as características:

Dimensões Mínimas
Devem ser observadas as dimensões mínimas dos sinais, conforme o ambiente em que são  implantados, considerando-se que o aumento no tamanho dos sinais implica em aumento nas dimensões de orlas, tarjas e símbolos.

 

 

Intruções – Karla

só para descontrair 😉 rs

Sinalização Horizontal – Karla

 

A sinalização horizontal e um subsistema da sinalizacao viária composta de marcas, símbolos e legendas, apostos sobre o pavimento da pista de rolamento. 

A sinalização horizontal tem a finalidade de fornecer informações que permitam aos usuários das vias adotarem comportamentos adequados, de modo a aumentar a segurança e fluidez do transito, ordenar o fluxo de trafego, canalizar e orientar os usuários da via.

 A sinalização horizontal tem a propriedade de transmitir mensagens aos condutores e pedestres, possibilitando sua percepção e entendimento, sem desviar a atenção do leito da via.

 Em face do seu forte poder de comunicação, a sinalização deve ser reconhecida e compreendida por todo usuário, independentemente de sua origem ou da freqüência com que utiliza a via. 

PRINCÍPIOS DA SINALIZAÇÃO DE TRÂNSITO

Na concepção e na implantação da sinalização de transito deve-se ter como principio básico as condições de percepção dos usuários da via, garantindo a sua real eficácia.

Para isso, e preciso assegurar a sinalização horizontal os princípios a seguir descritos:

Legalidade

Código de Transito Brasileiro – CTB e legislação complementar;

 Suficiência

Permitir fácil percepção, com quantidade de sinalização compatível com a necessidade;

 Padronização

 Seguir padrão legalmente estabelecido; 

Uniformidade

Situações iguais devem ser sinalizadas com os mesmos critérios;

 Clareza

Transmitir mensagens objetivas de fácil compreensão;

 Precisão e confiabilidade

Ser precisa e confiável, corresponder a situação existente;

ter credibilidade;

 Visibilidade e legibilidade

Ser vista a distancia necessária; ser interpretada em tempo

hábil para a tomada de decisão;

 Manutenção e conservação

Estar permanentemente limpa, conservada e visível;

 Importância

A sinalização horizontal:

● Permite o melhor aproveitamento do espaço viário disponível, maximizando seu uso;

● Aumenta a segurança em condições adversas tais como: neblina, chuva e noite;

● Contribui para a redução de acidentes;

● Transmite mensagens aos condutores e pedestres.

Apresenta algumas limitações:

● Reduzir a durabilidade, quando sujeita a trafego intenso;

● Visibilidade deficiente, quando sob neblina, pavimento molhado, sujeira, ou quando Houver trafego intenso.

 Padrão de formas e cores

A sinalização horizontal e constituída por combinações de traçado e cores que definem os diversos tipos de marcas viárias.

 Padrão de formas:

Continua: corresponde às linhas sem interrupção, aplicadas em trecho especifico de pista;

  •  Tracejada ou Seccionada: corresponde as linhas interrompidas, aplicadas em cadencia, utilizando espaçamentos com extensão igual ou maior que o traço;

 ● Setas, Símbolos e Legendas: correspondem as informações representadas em forma de desenho ou inscritas, aplicadas no pavimento, indicando uma situação ou complementando a sinalização vertical existente. 

Padrao de cores:

 Amarela, utilizada para:

– Separar movimentos veiculares de fluxos opostos;

– Regulamentar ultrapassagem e deslocamento lateral;

– Delimitar espacos proibidos para estacionamento e/ou parada;

– Demarcar obstaculos transversais a pista (lombada).

 ● Branca, utilizada para:

– Separar movimentos veiculares de mesmo sentido;

– Delimitar areas de circulacao;

– Delimitar trechos de pistas, destinados ao estacionamento regulamentado de

veiculos em condicoes especiais;

– Regulamentar faixas de travessias de pedestres;

– Regulamentar linha de transposicao e ultrapassagem;

– Demarcar linha de retenção e linha de “De a preferência”;

– Inscrever setas, símbolos e legendas.

 ● Vermelha, utilizada para:

– Demarcar ciclovias ou ciclo faixas;

– Inscrever símbolo (cruz).

 Azul, utilizada como base para:

– Inscrever símbolo em áreas especiais de estacionamento ou de parada para

embarque e desembarque para pessoas portadoras de deficiência física.

 ● Preta, utilizada para:

– Proporcionar contraste entre a marca viária/inscrição e o pavimento, (utilizada

principalmente em pavimento de concreto) não constituindo propriamente uma

cor de sinalização.

Material para Sinalização de Emergência – Karla

 Os seguintes materiais podem ser utilizados para a confecção das sinalizações de emergência:

 a) Placas em materiais plásticos;

b) Chapas metálicas;

c) Outros materiais semelhantes.

 Os materiais utilizados para a confecção das sinalizações de emergência devem atender as seguintes características:

 a) Possuir resistência mecânica;

b) Possuir espessura sufi ciente para que não sejam transferidas para a superfície da placa possíveis irregularidades das superfícies onde forem aplicadas. Devem utilizar elemento fotoluminescente para as cores branca e amarela dos símbolos, faixas e outros elementos empregados para indicar: a) Sinalizações de orientação e salvamento;

b) Equipamentos de combate a incêndio e alarme de incêndio;

 c) Sinalização complementar de indicação continuada de rotas de saída;

d) Sinalização complementar de indicação de obstáculos e de riscos na circulação de rotas de saída.

• Os materiais que constituem a pintura das placas e películas devem ser atóxicos e não-radioativos, devendo atender às propriedades colorimétricas, de resistência à luz e resistência mecânica.

 • O material fotoluminescente deve atender à norma DIN 67510 ou outra norma internacionalmente aceita, até a edição de norma nacional.

• A sinalização de emergência complementar de rotas de saída aplicadas nos pisos acabados devem atender aos mesmos padrões exigidos para os materiais empregados na sinalização aérea do mesmo tipo.

• As demais sinalizações aplicadas em pisos acabados podem ser executadas em tinta que resista a desgaste, por um período de tempo considerável, decorrente de tráfego de pessoas, veículos e utilização de produtos e materiais utilizados para limpeza de pisos.

 • As placas utilizadas na sinalização podem ser do tipo plana ou angular; quando angular, devem seguir as especificações conforme demonstrado na Figura abaixo:

Sinalização Complementar de Emergência – Karla

Sinalização complementar

 A sinalização complementar é o conjunto de sinalização composto por faixas de cor ou mensagens complementares à sinalização básica, porém, das quais esta última não é dependente. A sinalização complementar tem a finalidade de:

 I – Complementar, através de um conjunto de faixas de cor, símbolos ou mensagens escritas, a sinalização básica, nas seguintes situações:

a) Indicação continuada de rotas de saída;

 b) Indicação de obstáculos e riscos de utilização das rotas de saída;

 c) Mensagens específi cas escritas que acompanham a sinalização básica, onde for necessária a complementação da mensagem dada pelo símbolo.

 II – Informar circustâncias específi cas em uma edifi cação ou áreas de risco, através de mensagens escritas;

 III – Demarcar áreas para assegurar corredores de circulação destinados às rotas de saídas e acesso a equipamentos de combate a incêndio e alarme, em locais ocupados por estacionamento de veículos, depósitos de mercadorias e máquinas ou equipamentos de áreas fabris;

IV – Identificar sistemas hidráulicos fi xos de combate a incêndio.

 

  • Rotas de saída

Visa indicar o trajeto completo das rotas de fuga até uma saída de emergência (indicação continuada).

 

  • Obstáculos

Visa a indicar a existência de obstáculos nas rotas de fuga, tais como: pilares, arestas de paredes e vigas, desníveis de piso, fechamento de vãos com vidros ou outros materiais translúcidos e transparentes etc.

 

  • Mensagens escritas

Visa a informar o público sobre:

a) Uma sinalização básica, quando for necessária a complementação da mensagem dada pelo símbolo;

b) As medidas de proteção contra incêndio existentes na edificação ou áreas de risco;

c) As circunstâncias específicas de uma edificação e

áreas de risco;

d) A lotação admitida em recintos destinados a reunião de público.

 

 

 

Sinalização básica de Emergência – Karla

(A sinalização de emergência divide-se em sinalização básica e sinalização complementar)

 Sinalização básica

A sinalização básica é o conjunto mínimo de sinalização que uma edifi cação deve apresentar, constituído por quatro categorias, de acordo com sua função:

  • Proibição

Visa a proibir e coibir ações capazes de conduzir ao início do incêndio ou ao seu agravamento.

  • Alerta

Visa a alertar para áreas e materiais com potencial de risco de incêndio, explosão, choques elétricos e contaminação por produtos perigosos.

  • Orientação e salvamento

Visa a indicar as rotas de saída e as ações necessárias para o seu acesso e uso.

  • Equipamentos

Visa a indicar a localização e os tipos de equipamentos de combate a incêndios e alarme disponíveis no local.

 

 

Características da Sinalização de Emergência – Karla

Para que serve?

A sinalização de emergência tem como fi nalidade reduzir o risco de ocorrência de incêndio, alertando para os riscos existentes e garantir que sejam adotadas açõesadequadas à situação de risco, que orientem as ações de combate e facilitem a localização dos equipamentos e das rotas de saída para abandono seguro da edificação em caso de incêndio.

  • Características da sinalização de emergência

Características básicas

A sinalização de emergência faz uso de símbolos, mensagens e cores, definidos nesta Instrução Técnica, que devem ser alocados convenientemente no interior da edificação e áreas de risco, segundo os critérios desta IT.

 

 

 

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Vitrine em baixo do viaduto – BLUEMAN INSTINTO COLETIVO

A Blue Man armou uma performance,  embaixo de um viaduto, bem em frente a entrada do Fashion Rio.
A diretora de estilo da marca, Marta Reis, reuniu um grupo de cariocas como o stylist Felipe Veloso e os artistas multimídia Antonio Bokel, Toz, Peu Mello , Bruno “BR”e Lao Andrade, além do fotógrafo Jacques Dequeker. O time ainda contou com Maneco Quinderé, que assina a iluminação, e Max Weber no make para desenvolver a nova campanha da marca.Foram criados por ali o novo catálogo, propostas de vitrine e mais de 90 fotos de lookbook. Tudo ao som do ótimo DJ e produtor Jonas Rocha.

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Nayara Ribeiro

Sinalização – Museu da imagem e do som

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Nayara Ribeiro

Decoração de estande, crachá, bolsa e folder para exposição da Souza Cruz na Expopostos – RJ

Design gráfico – planejamento visual – layout – arte final – comunicação visual – gráfica – sinalização > Decoração de estande – brinde bolsa – crachá –  folder – para a Souza Cruz – Feira Expopostos – RJ

Nayara Ribeiro

Brincando com perspectiva gráfica no estacionamento

Estas imagens são do estacionamento do Eureka Tower Carpark em Melbourne-AUS. As letras distorcidas nas paredes podem ser lidas perfeitamente quando o carro esta na posição correta. Esta sinalização fantástica já ganhou diversos prêmios internacionais de design.

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TIO SAN

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Novas placas de sinalização nos túneis do metrô de SP são instaladas em caso de pane

Novas placas de sinalização nos túneis do metrô de SP são instaladas em caso de pane

Novas placas de sinalização nos túneis do metrô de SP são instaladas em caso de pane

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Através da sinalização, os responsáveis pelo trânsito encaminham aos usuários uma grande variedade de informações necessárias para um trânsito seguro.

Através da sinalização, os responsáveis pelo trânsito encaminham aos usuários uma grande variedade de informações necessárias para um trânsito seguro.

 

 

 

O que o aluno deve memorizar

 

A diferença entre sinalização vertical e horizontal.

 

O significado das diferentes cores usadas na sinalização vertical.

 

A significação dos símbolos usados na sinalização.

 

 

 

 

 

 

 

Sumário

 

1. Princípios gerais

 

2. A sinalização vertical

 

3. A sinalização horizontal

 

4. Anexo: quadro das placas de sinalização vertical

 

 

 

1. Princípios gerais

 

As vias públicas constituem um espaço partilhado ao mesmo tempo por milhares de usuários. Esta coabitação permanente só é possível na medida em que este espaço esteja organizado.

 

A sinalização – vertical e horizontal – constitui a línguagem comum, claramente definida, portadora das informações que vão permitir o escoamento do tráfego sem incidentes. Esta sinalização padronizada é destinada a todas as categorias de usuários: condutores de veículos, ciclistas e pedestres.

 

Todos os usuários devem conhecer esta línguagem para que possam compartilhar a convivência no trânsito.

 

Mais que um quadro completo, as páginas que se seguem apresentam os princípios gerais, cujo aprendizado deve permitir que se alcance a seguir a percepção do significado, mais sutil do que parece, dos vários elementos da sinalização vertical e da sinalização horizontal.

 

 

 

 

 

2. A Sinalização vertical

 

As placas de sinalização vertical dividem-se em três categorias destinadas respectivamente à regulamentação, advertência e indicação. Cada categoria tem uma cor diferente:

 

   

Fundo

 

 

Orla

 

 

Tarja

 

 

Letras, números

 

 

Símbolo

 

 

Regulamentação

 

 

Branco

 

 

Vermelho

 

 

Vermelho

 

 

Preto

 

 

Preto

 

 

Advertência

 

 

Amarelo

 

 

Preto

 

   

Preto

 

 

Preto

 

 

Indicação

 

Orientação

 

 

 

 

Verde

 

   

 

 

Branco

 

 

 

 

Branco

 

 

 

 

Branco

 

 

Serviços

 

 

Azul

 

   

Branco

 

 

Branco

 

 

Branco

 

 

 

 

Placas de regulamentação

 

Exemplos

R-1: Parada obrigatória R-2 Dê a preferência R-4 a:

 

Proibido virar a esquerda

R-6 b: Estacionamento regulamentado R-7:

 

Proibido ultrapassar

R-12:

 

Proibido trânsito de bicicletas

R-34:

 

Trânsito exclusivo de bicicletas

R-29: Proibido trânsito de pedestre

 

R-31: Pedestre ande pela direita R-32: Circulação exclusiva de Ônibus

 

Placas de advertência

 

Exemplos

 

 

A-15: Parada obrigatória à frente

 

 

A-12: Interseção em Círculo

 

 

A-18: Saliência ou Lombada

 

 

A-30 a

 

Trânsito de Ciclistas

 

 

A-30 b:

 

Passagem Sinalizada de Ciclistas

 

 

A-32 a: Trânsito de Pedestres

 

 

A-32 b: Passagem Sinalizada de Pedestres

 

 

A 33 a: Área Escolar

 

 

A 33 b:

 

Passagem Sinalizada de Escolares

 

 

A 34:

 

Crianças

 

 

 

 

2. A SINALIZAÇÃO HORIZONTAL

 

A sinalização horizontal também é utilizada para transmitir mensagens aos condutores e aos pedestres, pois:

 

Permite o melhor aproveitamento do espaço viário disponível, maximizando seu uso;

 

Aumenta a segurança dos usuários em condições adversas como neblina, chuva e escuridão noturna;

 

Contribui para a redução de acidentes;

 

Extrato do Manual de Sinalização Horizontal do DENATRAN)

 

 

 

Padrão de cores:

 

Amarela, utilizada para:

 

– Separar movimentos veiculares de fluxos opostos;

 

– Regulamentar ultrapassagem e deslocamento lateral;

 

– Delimitar espaços proibidos para estacionamento e/ou parada;

 

– Demarcar obstáculos transversais à pista (lombada).

 

Branca, utilizada para:

 

– Separar movimentos veiculares de mesmo sentido;

 

– Delimitar áreas de circulação;

 

– Delimitar trechos de pistas, destinados ao estacionamento regulamentado de

 

veículos em condições especiais;

 

– Regulamentar faixas de travessias de pedestres;

 

– Regulamentar linha de transposição e ultrapassagem;

 

– Demarcar linha de retenção e linha de “Dê a preferência”;

 

– Inscrever setas, símbolos e legendas.

 

Vermelha, utilizada para:

 

– Demarcar ciclovias ou ciclofaixas;

 

– Inscrever símbolo (cruz).

 

Azul, utilizada como base para:

 

– Inscrever símbolo em áreas especiais de estacionamento ou de parada para

 

embarque e desembarque para pessoas portadoras de deficiência física.

 

Preta, utilizada para:

 

– Proporcionar contraste entre a marca viária/inscrição e o pavimento, (utilizada

 

principalmente em pavimento de concreto) não constituindo propriamente uma

 

cor de sinalização.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Exemplos:

 

 

 

 

 

Linha de divisão de fluxos opostos

 

LFO-1: Simples, contínua.

 

Deslocamentos laterais e ultrapassagem são absolutamente proibidos

 

 

 

 

 

Linha de divisão de fluxos opostos

 

LFO-2: Simples, seccionada.

 

Deslocamentos laterais e ultrapassagem são permitidos

 

 

 

 

 

Linha de divisão de fluxos opostos

 

LFO-3: Dupla, contínua.

 

Deslocamentos laterais e ultrapassagem são absolutamente proibidos

 

Substitui a LFO-1 em trechos com pouca visibilidade

 

 

 

Linha de divisão de fluxos opostos

 

LFO-4: Mista, contínua seccionada.

 

Deslocamentos laterais e ultrapassagem são possíveis para quem se encontrar do lado da linha descontínua

 

 

 

Linha de divisão de fluxos de mesmo sentido

 

LMS

 

Contínua onde são proibidas a transposição de faixa e a ultrapassagem.

 

 

 

Linha de bordo

 

LBO

 

A LBO delimita, através de linha contínua, a parte da pista destinada ao deslocamento dos veículos, estabelecendo seus limites laterais.

 

 

 

 

 

Marcação de ciclofaixa ao longo da via (MCI)

 

A MCI delimita a parte da pista de rolamento destinada à circulação exclusiva de bicicletas, denominada ciclofaixa.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Exercícios

 

 

 

  1. Caracterize e defina sinalização horizontal e sinalização vertical.
  2. Qual a diferença entre regulamentação, advertência e indicação?
  3. Assinale o significado das seguintes placas:

 

 

5-6 c

 

 

 

( )Proibido Estacionar

 

( )Proibido Parar

 

( )Estacionamento Regulamentado

 

( )Proibido Estacionar e Parar

 

 

R-25 a

 

 

 

( )Vire à Direita

 

( )Proibido Dobrar à Esquerda

 

( )Curva à Esquerda

 

( )Vire à Esquerda

 

 

A-18

 

 

 

( )Trem

 

( )Pista Irregular

 

( )Depressão

 

( )Saliência ou Lombada

 

 

A-30 a

 

 

 

( )Placa de Advertência

 

( )Sinalização Horizontal

 

( )Placa de Indicação

 

( )Proibido Trânsito de Bicicleta

 

 

S-14

 

 

 

( )Terminal Rodoviário

 

( )Ponto de Parada

 

( )Transporte sobre Água

 

( )Abastecimento

 

 

S-15

 

 

 

( )Sinalização Vertical Semi-Refletiva

 

( )Placa de Indicação

 

( )Posto de Informações

 

( )Serviço Sanitário

 

 

S-16

 

 

 

( )Abastecimento

 

( )Terminal Ferroviário

 

( )Borracheiro

 

( )Pedágio

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Entenda como funciona o universo das Vitrines em entrevista com Rogério Wolf

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vitrines Entenda como funciona o universo das Vitrines em entrevista com Rogério Wolf

Rogério Wolf é um curioso e aficionado pelo mundo das vitrines. Com 33 anos, nascido em Campinas, trabalha com vitrines há oito anos e reside em São Paulo há cinco.

Rogério tem curso superior inconcluso em Publicidade, na PUC Campinas. Executou trabalhos em vitrinismo, âmbito no qual se especializou, participando de inúmeros workshops que o respaldaram na constituição de seu acervo profissional, cultural e crítico na área.

Wolf concebeu diversos trabalhos nos setores de moda, joalheria e cosmética. Em seu blog, Vitrine RG , faz um passeio pelo universo das vitrines, posta imagens do que está acontecendo no Visual Merchandising, dando algumas dicas e escrevendo matérias sobre o assunto.

Nesta entrevista Rogério comenta sobre o mercado, dá dicas e fala sobre o processo por traz das vitrines.

Entrevista com Rogério Wolf

loja officio jeans shopping polo moda Entenda como funciona o universo das Vitrines em entrevista com Rogério Wolf

Vitrine Officio Jeans – Criação e desenvolvimento Agência Duo

O que o levou a se tornar um vitrinista?

Comecei nesta área quase que por acaso, por algum tempo trabalhei como vendedor e sempre prestava atenção e ajudava em dias de montagem de vitrine. Em uma visita a São Paulo, conheci uma grande vitrinista que me convidou para assumir a área comercial e administrativa de um ateliê de vitrinismo.

Dentro deste ateliê, aprendi todas as etapas necessárias para que uma vitrine “ganhe vida”. Passando pela coleta de brifing, apresentação de projeto, orçamentos, montagem e manutenção.

Comecei a me envolver mais com o início do projeto, o processo criativo e foi então que me apaixonei pelo assunto.

A possibilidade de criar e concluir através de muito estudo me transformou em vitrinista.

Com que tipo de empresas você costuma trabalhar?

As empresas que mais nos procuram são as de moda, mas atendemos o setor de cosmética, tratamento e joalheria.

Qual a importância de se montar uma vitrine?

Hoje em dia uma vitrine é responsável por quase 70% das vendas. O cliente passou a comprar pela emoção e não mais pela necessidade.

Aí reside a importância de se planejar e se montar a vitrine, uma vez que ela é uma estratégia de marketing geradora de emoções para que produtos sejam vendidos.

Qual o processo de elaboração de uma vitrine?

Aqui na agência denominamos etapas e essencialmente configuram:

– Coleta de brifng
– Reunião e conclusão de pauta de criação
– Pesquisa
– Desenvolvimento de projeto em 3D dentro do espaço arquitetônico do cliente.

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– Orçamento de projeto
– Apresentação
– Adaptação, quando requerido
– Compra e manipução de materiais
– Montagem

 

Leia entrevista completa no Fashion Bubbles.

Conheça o Vitrine RG

Como Rogério Wolf é um curioso e aficionado pelo mundo das vitrines, seu blog é riquíssimo de informações sobre esse tema, com muitas dicas , vitrines temáticas e referências. Ele posta imagens do que está acontecendo no Visual Merchandising.

Longe de ser um crítico e de fazer análises profundas, Rogério pretende levar a um passeio pelas ruas e cidades por onde passa, dando algumas dicas e escrevendo matérias sobre o assunto.

lanvinvitrine Entenda como funciona o universo das Vitrines em entrevista com Rogério Wolf

Loja: Lanvin

Algumas vitrines de Rogério

vitrine pusco Entenda como funciona o universo das Vitrines em entrevista com Rogério Wolf

Vitrine Pusco (Criação e desenvolvimento Agência Duo)

dsc07367 Entenda como funciona o universo das Vitrines em entrevista com Rogério Wolf

Vitrine do Dia das Mães – Loja Samira Jóias (Criação e desenvolvimento Agência Duo)

imagem004loja wka shopping polo moda Entenda como funciona o universo das Vitrines em entrevista com Rogério Wolf

Vitrine do Dia dos Namorados – Loja WKA (Criação e desenvolvimento Agência Duo)

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Vitrines de Primavera

mara mac 300x240 Entenda como funciona o universo das Vitrines em entrevista com Rogério Wolfimagem 046 Entenda como funciona o universo das Vitrines em entrevista com Rogério Wolf

Vitrines Oscar Freire e Jardins: Mara Mac e Doc-Dog

 

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UMA JÓIA DE VITRINE!

O que representa uma vitrine para uma joalheria?
Como em todo estabelecimento comercial, ela representa sua maior ferramenta de merchandising e por conseqüência um excelente vendedor.

Hoje se sabe que a vitrine é responsável direta por 85% das vendas em relojoarias e, quando trabalhada adequadamente, este número pode chegar a 93%. Sem nenhuma dúvida uma grande ferramenta de vendas, mas a vitrine não é responsável somente pela venda de uma loja; ela carrega a identidade visual da mesma. Portanto trabalhar a comunicação da empresa, em perfeita coerência com a vitrine, é fator fundamental para uma empresa.

A vitrina deve ser tratada como uma jóia, que é fonte vendas e comunicação direta do lojista com o consumidor. No Brasil e em alguns países do mundo esta consciência ainda não atingiu a maior parte dos empresários, que tratam a vitrine com descaso. E na sua maioria é simplesmente por falta de informação.

Mas uma vitrine pode ter efeito contrário aos mencionados acima, quando não está em conformidade com alguns detalhes de exposição.

Perguntam-me muito quais são as regras de montagem, o que é certo e errado. Ë muito complexo o universo que corresponde a uma vitrina, mas vou tentar de maneira sucinta passar algumas dicas, pois por se trata de “técnicas de vendas e marketing que usa arte como meio de expressão” – o céu é o limite para a criatividade. E não existe uma regra geral para acertar, mas vamos lá !

Algumas dicas para ser uma jóia de vitrina:

1- Evite poluição:
A poluição visual é resultado de excesso de informação; este excesso vem da grande quantidade de mercadorias exposta – display, adesivos, cartazes, sem falar nos vasinhos que muitos colocam para enfeitar. Muitos lojistas acreditam que expondo muita mercadoria maior será a venda, mas isto não é uma verdade. O que acaba acontecendo é que, com muita mercadoria colocadas lado a lado, não se destaca o detalhe que o produto tem, e ainda tira o charme que cada um deve ter para seduzir o consumidor.
Então elimine os adesivos dos cartões de créditos por pequenos displays, que devem estar colocados discretamente entre alguns grupos de mercadorias. Lembre-se você não é uma administradora de cartões. Evite excesso de flores, vasos, detalhes que fazem com que o consumidor confunda sua decoração com seus produtos. Não que esta vitrina fique feia, mas o importante é que fique vendável.

Veja o exemplo abaixo, uma bela vitrina, mas com excesso de flores.

2- Trabalhe em grupos:
Quando se fala em trabalhar em grupos, estamos falando de espaços entre os displays e os produtos. Os grupos de dividem em: marcas, estilos e, principalmente, feminino, masculino e infantil. O espaço entre as mercadorias ajuda no controle da poluição, traz para a vitrine equilíbrio e o principal: uma fácil leitura. O espaço ideal entre o display é em média 30 cm.

3- Tridimensionalidade:
A vitrine é um espaço tridimensional, com teto, piso, lateral e fundo. Mas o que se nota é que este espaço na maioria dos casos é trabalhado somente no piso. O teto é pouco usado; o correto é trazer deles as decorações que estão sempre colocadas entre os produtos, confundindo o consumidor. Trabalhar a profundidade corretamente requer ter produtos intercalados ora na frente, ora mais ao fundo, dando assim um movimento, o que é muito agradável aos olhos.

4- Iluminação:
As maiorias das vitrines pecam na iluminação. Não há como se ter uma vitrina harmoniosa sem uma iluminação dirigida. A iluminação é o grande segredo de uma boa vitrine!

Existem três formas corretas de iluminação

5- Saiba pra quem vai fazer sua vitrine:
De todas as dicas esta é sem dúvida a mais importante. Antes de montar sua vitrine faça uma pesquisa interna sobre como pensa o consumidor que se quer atingir, como se processa sua reação mediante uma vitrine. Estes dados estão ligados à faixa sócia-economica e cultural a qual ele pertence. Analise também o bairro em que está sua loja, a circulação dos corredores ou da rua em que está localizada. Faça uma pequena investigação sobre o que tem ao seu redor no bairro e descubra qual o tipo de empresa que a cerca (pública, multinacional, etc), pois este ítem determina qual é melhor data para se montar sua vitrine e qual a periodicidade que deve ter.

Estes e outros dados são fundamentais para começar um projeto de vitrine. Comece a mudar por estas dicas, faça uma experiência, tenho certeza que o resultado será bom. A vitrine tem que ter vida, mudá-la faz parte do sucesso da loja, use e abuse desta ferramenta de vendas.

Sucesso e boas vendas!

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Sinalização e Personalização Interna do Estabelecimento

 

 

Sinalização de cada ambiente com o nome referente. Indicado com setas laranjas.
No canto esquerdo inferior: porta de consultório sinalizada e forrada com
adesivo jateado para melhor privacidade.
Sinalização de armário com o nome referente a cada compartimento.

Vidro com prolongador com especialidades e nome dos profissionais,
indicado para sala de recepção.

Sinalização de vitrine.

s e nome dos profissionais, indicado para sala de recepção. Sinalização de vitrine.

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Vitrines de sonhos

Gente, vocês gostam de decoração de natal? Quando eu era mais novinho, essa era a época mais legal ever do ano! Por isso, fiz uma seleção com as vitrines mais legais lá na Europa. Dá uma olhada:

Paris

As principais lojas de departamentos da capital francesa – Printemps, Galeries Lafayette e Le Bon Marche – sempre fazem uma verdadeira guerra pra ver quem tem a vitrine mais bonita e, por isso, a criatividade rola solta.

ReproduçãoVitrine-Layfayette-2009
Vitrine da Galeries Lafayette

A Galeries Lafayette optaram pela tradicional decoração com ursinhos, bonequinhos de pão de ló, brinquedos animados… Mas, o mais legal, é que todos esse personagens foram vestidos com looks de Jean Paul Gaultier, Marc by Marc Jacobs, entre outros. Fino!

ReproduçãoVitrine-Printemps-Natal-2009
Vitrine da Printemps

Já a Printemps focou no folclore russo, abusando de cores como preto, vermelho e rosa. As matrioskas foram vestidas por Karl Lagerfeld, da Chanel e as bailarinas por John Galliano, da Dior.

ReproduçãoVitrine-Bon-Marché-Natal-2009
Vitrine do Le Bon Marché

O Le Bon Marché fez uma coisa mais conceitual. Chamou o artista Bertrand Planes para crier quartos instalações audiovisuais onde o heróio é um só: o peru de Natal. As vitirnes trazem nuvens surrealistas feistas de óculos de sol, céus de papel, uma boca vermelha gigante e – o mais engraçado – perus danando, cantando e até surfando!

ReproduçãoVitrine-BHV-Natal-2009
Vitrine da BHV

For a essas três gigantonas, eu gostei bastante da vitrine da BHV, que faz parte do mesmo grupo que detêm a Galeries Lafayette. Eles chamaram ninguém menos que Jean-Charles de Castelbajac para criar um Natal neo, cheio de luzes mega coloridas. Incrível!

Londres

ReproduçãoVitrine-Topshop-Natal-2009
Vitrine da Topshop

A Topshop colocou umas bolas de Natal gigantes na vitrine. Só que as bolas estão quebradas e fazem um super cenário para os looks de festa da marca. No site deles, colocaram as fotos das vitrines – uma delicadeza pra quem adora a marca mas não mora na capital britânica, né?

Milão

ReproduçãoVitrine-Moschino-Natal-2009
Vitrine da Moschino

Pra mim, essa é a vitrine mais inusitada e bem pensada de todas que eu vi na minha pesquisa na internet. A Moschino caminhou em direção contrária a esse uso de luzinhas piscantes, bonequinhos felizes, papais-noéis dançantes e neve artificial de todas as vitrines do mundo e colocou o Papai Noel dela no divã de um analista. Isso me pra mim é um símbolo dos tempos bicudos de crise econômica que vivemos, sabia? Papai Noel deve star tão preocupado com os rumos que a indústria da moda e o consumo estão tomando, que precisou de uma ajudinha profissional. Uma criação teatral e levemente surreal (o que é a cara da grife), assinada pelo diretor de arte Jo-Ann Tan e Rossella Jardini, estilsita da marca.

Pra terminar, deixo vocês com um vídeo fofo que um leitor querido me mandou com mais imagens das vitrines de Natal desse ano:

 

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Vitrines criativas atraem olhares de clientes

Vitrines criativas atraem olhares de clientes
 

 
Para alguns lojistas e vendedores, a hora de montar a vitrine é um verdadeiro pesadelo. Muitas dúvidas surgem neste momento e a insegurança insiste em tirar o sossego de quem está com a responsabilidade de “convidar os clientes a entrarem na loja”. Mas fique tranquilo, pois você pode criar vitrines atrativas com bom gosto.

Utilize os produtos que tem em sua loja ou estoque de maneira criativa. Aí surge outra questão: como ser criativo? A criatividade pode surgir a partir de uma inspiração, portanto, pesquise, dê uma volta pelos corredores do shopping no qual trabalha, leia bastante, pergunte aos clientes o que eles

 
   
 
acharam da montagem, peça sugestões… Enfim, coloque a mão na massa! Arrisque-se, sem deixar de lado o bom senso, para criar uma vitrine atrativa.

Mas, atente-se a um detalhe: independente do que for fazer, dê atenção especial à iluminação da vitrine. Quando bem projetada, ela desempenha um papel fundamental, sendo capaz de criar um ambiente agradável, atraindo os olhares de quem passa por sua loja – realçando o produto em exposição. Inove e divirta-se ao montar a vitrine de sua loja!

 

 
  Tags: Dicas, Operações, Criatividade
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Lei exige faixa de sinalização em vitrines de estabelecimentos comerciais de São Paulo

 

Qua, 05 de Maio de 2010 18:58 Por: Universia
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Lojas, bancos, supermercados e os demais estabelecimentos comerciais da capital paulista terão que fixar uma faixa que demarque os limites de suas vitrines. É o que estabelece a lei número 14.886, de 14 de janeiro de 2009, sancionada pelo prefeito Gilberto Kassab, no Decreto Municipal número 51.455, em 3 de maio de 2010.

A nova legislação, que já vigora no município, determina que todas as superfícies com “características de transparência”, capazes de dificultar sua delimitação e causar acidentes às pessoas, devem receber tarja sinalizadora ao longo de sua extremidade inferior.

A Fecomercio (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo) entende que a medida trará benefícios para os consumidores, evitando que ao andar distraidamente possam “trombar” com uma porta não sinalizada. Contudo, o corpo jurídico da Federação alerta que a lei pode causar alguns conflitos por não conceder prazo para que os lojistas se adaptem a nova norma, uma atitude “injusta e reprovável”.

O texto legislativo afirma que as superfícies total ou parcialmente transparentes devem receber uma tarja de, no mínimo, 50 centímetros, e, no máximo, um metro e meio, ao longo de toda sua extensão. Também estipula que a faixa deve ser fixada no pé da vitrine ou logo após o término de outra superfície não transparente que faça contato esta.

Além dos estabelecimentos comerciais, prédios públicos e privados também devem se adaptar a nova norma, que regulariza a sinalização de vitrines, portas, paredes, divisórias e afins. O descumprimento da lei será punido com multa de R$ 500, dobrada em caso de reincidência. A legislação permite que a faixa sinalizadora apresente anúncios publicitários, desde que respeite as legislações sobre o assunto, entre elas a Lei Cidade Limpa.

Fonte: Fecomercio

 

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Pictogramas disponibilizados pelo Ministério do turismo

Pictogramas.

 
Com certeza você já se deparou com alguns, são os Pictogramas. WTF? São símbolos gráficos universais, que têm por objetivo informar as pessoas através da comunicação visual, facilitando por exemplo a vida de um visitante que desconhece o idioma do país. É sinal de organização e transmite segurança.
Aqui vão alguns:

Para visualizar com melhor qualidade, clique aqui e confira os pictogramas disponibilizados pelo Ministério do Turismo.

AH! Montando este post, encontrei o POPTOGRAMAS = Pictogramas + Cultura Pop + Música.
Vale a pena conferir o trabalho do Daniel Motta, que é muito criativo e já tem 2 livros publicados (que eu quero, oe!).

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sinalização viária

sinalização viária
– Atualizado em 04.08.11
Autor: Turismo
Em 2008, a cidade de São Paulo passou a contar com a sinalização turística como complemento à sinalização viária já existente. Assim, os principais atrativos turísticos tiveram sua entrada e rotas de acesso sinalizadas facilitando a orientação do turista que opta por vir a São Paulo de carro, ou alugar aqui um veículo.

As placas marrons, de padrão turístico internacional, garantem fácil entendimento já que além do nome do atrativo, carregam um pictograma que indica a tipologia do atrativo.

alt

Veja os pictogramas encontrados nas placas da cidade e conheça seus significados:

Arquitetura Histórica

Arquitetura Religiosa

Biblioteca

Centro de Cultura

Ciclismo

Convenções

Esportes

Esportes Equestres

Festas Populares

Futebol

Informações Turísticas

Museu

Parque

Patrimônio Cultural

Patrimônio Natural

Pavilhão e Feira de Exposições

Planetário

Praça

Teatro

Zoológico

Zoológico com animais soltos

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Pictogramas indecifráveis enfeitam casas da Folha de S.Paulo, na ilha de Páscoa

  • Pictogramas indecifráveis enfeitam casas da Folha de S.Paulo, na ilha de PáscoaOutro enigma da ilha é exibido nas paredes e colunas de muitas casas, assim como em tantos corpos tatuados. Trata-se de símbolos extraídos de plaquinhas de madeira inscritas com hieróglifos -as chamadas tabuletas falantes.

    Até hoje esses pictogramas entalhados na madeira das tábuas são indecifráveis. Eles representam seres vivos (homens, peixes, pinguins) e objetos (armas e lemes).

    São elegantes e bem diagramados, alinhados com regularidade e com um espaço harmonioso entre eles. Cada linha está de ponta-cabeça em relação à anterior, obrigando o leitor a virar constantemente a tabuleta. Existe a hipótese de que fossem auxílios à memória para as letras dos cantos.
    Os originais estão fora da ilha, mas o museu antropológico Sebastian Englert, em Páscoa, possui cópias bem-feitas.

  • SIMONE PERES
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sistema de sinalização turistica

Sistema de sinalização turística – a importância da sinalização turística para o desenvolvimento sustentável do Turismo

23/8/2004 – Janaina Britto

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INTRODUÇÃO

Por ocasião da apresentação da dissertação de mestrado, em junho de 2001, pesquisou-se a existência de diretórios, sistemas e repertórios de sinalização turística, oficiais e não-oficiais, de forma a se analisar qual conjunto norteava a sinalização turística brasileira e quais eram seus referenciais.

Chegou-se à consideração que os principais referenciais de sinalização, turística e não-turística, são os diretórios internacionais, especificamente os do Instituto Americano de Artes Gráficas – AIGA e o do estudioso japonês Kuwayama, que referenciam vários sistemas de sinalização no mundo e, especialmente no Brasil, fornecem subsídios a alguns sistemas nacionais oficiais, tais como o do Conselho Nacional de Trânsito – CONTRAN, e do Instituto Brasileiro de Turismo – EMBRATUR..

Na ocasião, considerou-se que a pesquisa tinha sua importância baseada em 3 justificativas. Primeiramente, os estudos e pesquisas de caráter científico sobre o tema eram escassos, assim como a bibliografia de referência, tanto no Brasil e mesmo no Exterior. Por outro lado, até o .momento não se tinha encontrado – e ainda atualmente – nenhuma produção científica no Brasil sobre sinalização turística , confirmando, assim, o ineditismo e originalidade da pesquisa.

Em segundo lugar, o receptivo oferecido aos turistas visitantes dos mais variados países, em relação à comunicação e informação a esses, envolve um aspecto que não tem sido tratado com relevância até o momento, mas de fundamental importância no processo de comunicação com os turistas: a comunicação inteligível e compreensível que se traduza em receptividade, qualidade e segurança. A sinalização apresentada nas destinações turísticas, principalmente aquelas de maior fluxo turístico, é precária, confusa e praticamente inexistente, mesclada a anúncios, “banners” promocionais e sinalizações de outras naturezas.

Finalmente

, depara-se com publicações nacionais tais como: “Estudo da Demanda Turística Internacional”, realizadas desde 1996 até a mais recente publicação em 2002, do Instituto Brasileiro de Turismo – EMBRATUR que, apresentando os resultados de suas pesquisas anuais sobre Turismo Emissivo e Receptivo Internacional, permanecem apontando a Sinalização Turística no Brasil como um dos itens mais criticados pelos turistas internacionais. A classificação dos pictogramas de sinalização, apresentada por esse Instituto ainda é frágil, a despeito de sua nova publicação, em dezembro de 2001, denominada de “Guia Brasileiro de Sinalização Turística”, que insere mais 43 pictogramas para uso de sinalização turística destinada ao patrimônio histórico-cultural.

Em contrapartida, a Comunicação, dentro do enfoque do turismo, pode ser entendida como a mola mestra do processo. Sem a informação e a mensagem, não haveriam condições de se promover, de forma a garantir a sustentabilidade, qualquer produto, equipamento ou serviço turístico, posto que são as relações humanas que permeiam as relações econômicas, sociais, histórico-culturais e ambientais do turismo.

Assim, mais do que comunicar algo, dentro do universo do turismo, é necessário informar o mercado, com segurança e qualidade, não somente sobre esses produtos, equipamentos e serviços, mas, principalmente, como e quando utilizá-los. É, portanto, através da sinalização turística, que os visitantes podem se deslocar, se acomodar, se alimentar e apresentar comportamentos relativos a determinadas situações, garantindo a sustentabilidade dos meios.ambientes naturais, sócio-culturais e temáticos.

2 A SUSTENTABILIDADE DO TURISMO

O conceito de sustentabilidade está ligado a três fatos importantes: qualidade, continuidade e equilíbrio. De uma maneira ou de outra o turismo sustentável é definido como modelo de desenvolvimento econômico projetado para:

. Melhorar a qualidade de vida da população local, das pessoas que vivem e trabalham no local turístico.

·Prover experiência de melhor qualidade para o visitante.

· Manter a qualidade do meio ambiente da qual depende a população local e os visitantes.

· A efetivação do aumento dos níveis de rentabilidade econômica da atividade turística para os residentes locais.

· Assegurar a obtenção de lucros pelos empresários turísticos. Em suma, o negócio turístico terá de ser rentável, caso contrário, os empresários esquecerão o compromisso de sustentabilidade e o equilíbrio será alterado.

Da mesma forma, o Turismo pode trazer determinados prejuízos quando não desenvolvido de maneira sustentável:

 degradação e destruição dos recursos naturais;

·perda da autenticidade da cultural local;

·descrição estereotipada e falsa do turista e do país ou região de que procede, por falta de informação adequada;

· ausência de perspectivas para aqueles grupos da população local das áreas de destinação turística, que não obtêm benefícios diretos das visitas dos turistas ou do próprio Sistema de Turismo da localidade;

· aparecimento de fenômenos de disfunção social na família, anormalidades no processo de socialização, desintegração da comunidade;

· dependência do capital estrangeiro ou de estereótipos existentes em face do Turismo.

Portanto, o processo de desenvolvimento turístico sustentável é a conjunção de três fatores que se inter-relacionam de forma dinâmica, com o objetivo de conseguir um equilíbrio final: a sustentabilidade do sistema turístico. Esses fatores são:

Sustentabilidade econômica: Assegura um crescimento turístico eficiente; o emprego e os níveis satisfatórios de renda, junto com um controle sobre os custos e benefícios dos recursos, que garante a continuidade para as gerações futuras (OMT, 2001).Sustentabilidade ecológica: Assegura que o desenvolvimento turístico é compatível com a manutenção dos processos biológicos (OMT, 2001)..

Sustentabilidade sociocultural: Garante o desenvolvimento turístico compatível com a cultura e os valores das populações locais, preservando a identidade da comunidade(OMT, 2001).

 

3 SINALIZAÇÃO TURÍSTICA E SUSTENTABILIDADE

Para o turismo o pictograma se apresenta como forma de comunicação e informação necessárias à atividade turística sustentável que, permeando a infra-estrutura urbana ou rural existente, estará então, sujeita às condições de sinalização destas, e igualmente demandará uma sinalização própria em relação aos equipamentos, serviços e atrativos turísticos.

O visitante deverá contar com uma sinalização tal, que lhe forneça todas as informações necessárias para garantir sua comodidade, segurança e satisfação. por um lado e a correta postura e adequado comportamento frente à necessidade de conservação do ambiente explorado. O turista, no entanto, é diferenciado em seus conhecimentos e gostos e em suas tradições e cultura. Conclui-se que não será qualquer sistema de sinalização que atenderá a tal diversificação.Mário Beni afirma que:

 “a satisfação que o turista procura através do consumo de bens e serviços turísticos passa pela aquisição de experiências muito diversificadas, encontradas no consumo de diferentes componentes do produto – a ‘função utilidade’, segundo a linguagem econômica convencional”.(2001)

Alguns sinais já são mundialmente conhecidos, mas a maior parte deles precisa ser aprendido e assimilado. Esse é o maior desafio da Comunicação Visual, principalmente se direcionada à sustentabilidade do turismo, já que nem todos os pictogramas podem ser idealizados universalmente na medida em que reproduzem, espontaneamente, a criatividade e a cultura de cada região.

Por outro lado, a padronização é necessária a fim de que se estabeleça a comunicação entre emissor e receptor. E esta se mostrou possível apenas, a partir do conhecimento prévio de seus sinais. conseguido através da repetição do uso de sistemas de sinalização. No entanto, tal processo demanda tempo e, por conseguinte, a necessidade de que o aprendizado de procedimentos sinaléticos fosse uma constante na vida de cada ser humano, assim como o é, a simbologia lingüística, o que, infelizmente, não é fato. As informações ainda não são bem compreendidas. Os profissionais do turismo e das comunicações precisam, urgentemente, criar um fórum aberto de discussões, de forma a buscarem a padronização necessária ao perfeito desenvolvimento do receptivo turístico e a qualidade objetivada na maioria dos projetos de desenvolvimento turístico.

4 O SISTUR E A SINALIZAÇÃO TURÍSTICA

O Turismo apresenta-se como um sistema, isto é, como um conjunto de elementos que estabelecem conexões interdependentes entre si de caráter funcional e espacial como sejam as zonas de proveniência de visitantes (núcleos emissores), as zonas de destino (núcleos receptores), as rotas de trânsito e todas as atividades que produzem os bens e serviços turísticos (atividade turística)Este conjunto é constituído por agregados ou subsistemas que, por sua vez, se decompõem em vários elementos interdependentes e que formam as estruturas internas do sistema. Um desses subsistemas é apontado como os núcleos emissores de demanda turística, formada pelos fluxos de pessoas que saem, temporariamente, de seu local de residência para outros locais. Estes fluxos turísticos são constituídos por indivíduos, famílias e grupos de pessoas que, nos seus deslocamentos, são influenciadas por fatores de várias ordens: rendimentos, condições de vida, tempo livre, nível cultural, etc.Da mesma maneira, nas regiões que visitam (receptoras) se estabelecem conexões e relações profundas, pela utilização, por parte dos turistas, de transportes, estabelecimentos hoteleiros ou restaurantes. Tal utilização deverá ser influenciada pela comunicação, informação e sinalização turísticas a fim de prover e garantir melhores relações com as populações das regiões que os recebem, minimizando impactos de natureza natural, sociocultural e econômica. Daqui resulta que o funcionamento equilibrado do sistema turístico obriga a que todos os seus componentes funcionem harmonicamente.Muitas vezes a importância dada a alguns elementos do turismo, tais como o alojamento, os transportes ou a promoção, o que é compreensível pela sua relevância na atividade turística e pela influência que exercem na opinião pública, tende a secundarizar outros elementos, conduzindo a uma errada ou incompleta identificação dos componentes que melhor podem fazer funcionar o sistema.Conforme Beni (2001), nesta perspectiva, o estudo e a avaliação do turismo implicam, por um lado, a análise da competitividade das empresas, do ambiente, do mercado, dos resultados, das ligações com instituições, do consumidor e das suas relações com os produtores e, por outro, a análise do ponto de vista macro, ou seja, o exame do turismo como conjunto de atividades de um país ou de uma região e as relações com outros sistemas tais como o político, econômico e social, onde o sistema de sinalização estará, fatalmente, inserido.

simone peres

 

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Elaboração de maquete

Elaboração de maquete (Liza)

Para elaborar uma maquete é necessário reservar alguns materiais ou mesmo optar pelo tipo de material que deseja utilizar, a aparência que deseja dar à mesma. Abaixo, dou algumas sugestões que podem ser úteis na hora da escolha:A base da maquete poderá ser feita com:
1. Folha de isopor;
2.Folha de Eucatex.
3.Tampo de madeira;
4.Tampa de papelão grosso e firme;
5.Folha de papel cartão firme;
6.MDF;

Os imóveis podem ser feitos com vários materiais:
1. Caixas variadas, como de fósforo, sabão em pó, aveia, medicamentos, cosméticos etc.
2.Desenhados em papel cartão, contornados com caneta Pilot preta, coloridos.
3.Recortados de revistas e colados sobre papel firme;
4.EVA (emborrachado) recortar e montar todas as partes;
5.Cartolina (apenas a fachada)
6. Papel corrugado (principalmente para edifícios que podem ter formato redondo (ou torres)

As ruas e avenidas podem ser:
1.Feitas com areia ou terra colada ao fundo;
2.pintadas com tinta guache preta imitando o asfalto;
3.recobertas de grama feita com crepom em tirinhas muito finas;
4.recobertas de grama feita com as tirinhas finas do papel de bala verde;
5.pintadas no fundo com tinta guache verde ou marrom dependendo do tipo de terreno.

Para fazer relevos, montes, montanhas:
1.Argila ainda é uma opção muito boa, pode ser modelada a vontade, dando a altura e o formato desejado ao terreno.
2.Barro modelado, o que exige certo tempo de secagem;
3.Papel pedra imitando rochas;
4.Massa de Modelagem colorida (se a maquete não é tão grande)
5.jornal molhado batido em liquidificador, misturado com cola e tingido com guache verde, marrom, cinza, dependendo do que se deseja modelar.

Os automóveis podem ser:
1.carrinhos de plástico bem pequenos comprados em lojas;
2.confeccionados com sucata (caixas recobertas e desenhadas);
3.Recortados de revistas e colados em cartolina firme;
4.Montados com eva;
5.Desenhados em cartolina e recortados;

As pessoas:
1.recortadas de revistas (fotos de pessoas reais, o que dá um efeito muito legal à maquete);
2.Bonequinhas e bonequinhos pequenos plásticos;
3.Playmobil;
4.Desenhados em cartolina, coloridos e recortados;

Árvores, animais e plantas:
1. feitos com crepom, palitos de picolé e fósforo, papel de bala franjado verde, tecido verde, recortados de revistas, desenhados em cartolina, modelados com massinha etc.

Você pode utilizar muitos materiais, pode criar a vontade! Palitos de picolé, de churrasco, para fazer postes (pinte-os com guache cinza), barbante ou lã para fazer fiações, desenhar placas de sinalização de trânsito, colar em palitos de dente e espetar, dar nomes engraçados ao comércio, fazer uma feira livre onde os legumes e frutas são modelados com massinha colorida etc.

Texto de: Liza
(Se você tiver sugestões ou fotos de maquetes que construiu, envie-nos)

Fonte do texto: http://espacoeducar-liza.blogspot.com/2009/05/como-fazer-maquetes.html#ixzz1fi6AaFQD

SIMONE PERES

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O poder das vitrines: impossível não olhar para elas

poder das vitrines: impossível não olhar para elas

Poucas pessoas resistem a parar e dar uma olhadinha em uma bela vitrine. Sites como Vitrine Voyeur e Le Journal Des Vitrines selecionam exemplos de lojas ao redor do mundo que exibem seus produtos de forma criativa, despertando a atenção de quem passa. Segundo Silmara Carneiro, da NT Vitrina, o segredo de uma boa vitrine é mostrar o produto, mas sem exageros. “É importante ter bom senso. Usar a iluminação correta, evitar o excesso de artigos expostos e seguir o mesmo estilo nos padrões e nas cores escolhidos são fundamentais para um bom resultado”, afirma ela.Silmara explica que uma bela vitrine exige planejamento. “É preciso definir o público com o qual se trabalha para estabelecer a mensagem a ser passada. No caso de uma vitrine temática, por exemplo, o profissional precisa montar algo com começo, meio e fim, para não correr o risco de o resultado ficar confuso”, ensina ela. “De modo geral, o ideal é usar um fundo em tom mais neutro, evitando a poluição visual, ou diminuir o número de produtos expostos, no caso de o cenário ter cores mais carregadas”, complementa Silmara.Preparamos uma galeria com algumas vitrines e pedimos a Silmara para analisar a decoração de três delas:

Vitrine da Printemps com vestido de Alexander MacQueen – “Esse tipo de vitrine vende o conceito da marca, não o produto. O trabalho do vitrinista se baseou na temática conferida, que tem a ver com o lúdico, o universo infanto-juvenil, e expõe com muito louvor um belíssimo vestido de festa num cenário nada convencional”, diz Silmara.

Vitrine da Lanvin – “Destaque para a harmonia e o despojamento na exposição dos produtos, bem como a iluminação perfeita. Que mulher resistiria a uma vitrine arrumada de tal maneira, com bolsas, vestidos e acessórios nesse clima de festa que o público feminino adora?”, desafia Silmara.

Vitrine da H&M – “Foi montada da forma expositiva mais comum, com manequins e bustos, mas sem perder o ritmo, o movimento e a suntuosidade. A coordenação de cores está muito bem apresentada e o painel retrô iluminado (backlight) confere o toque de glamour na exposição, colaborando com a iluminação ambiental do espaço”, conta Silmara.

Simone Peres
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Sinalização em Lonas em impressão digital

 
 

Geremia – Fachada Renovada

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Novas Lonas em impressão digital – 143m2, nova proposta alinhando tecnologia, inovação e exímio cuidado com o meio ambiente formaram o novo layout !
 
 
 

Tyco Dinaço – agora Atkore

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Sinalização Corporativa e de Segurança para empresa Tyco Dinaço, a Garra desenvolveu,
projeto e execução em tempo recorde, deixando os ambientes internos e externos de acordo
com as normas de segurança e qualidade exigidas, atendendo também determinação da matriz americana.
 
 

Ditália Móveis

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Sinalização corporativa da unidade fabril da Ditália Móveis, recentemente inaugurada, na qual a Garra Comunicação Visual implantou a sinalização de segurança e ppci integradas no projeto.
 
 

IdealPlast

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A Garra Comunicação Visual sinalizou o parque fabril da Injeta e Novapack com modulação para sinalização corporativa externa e técnica industrial interna. Primeiramente foi concebido o projeto, logo após a fabricação e por último a implantação.
 
 
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Sinalização de produtos em 3D

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Sinalização de segurança em ruas japonesas utiliza mascotes fofinhos

 

 

 

Só no Japão: a sinalização de segurança de algumas ruas no arquipélago ganhou mais alegria com a utilização de mascotes – bichinhos de plástico desenhados de maneira bem kawaii – que substituíram placas e outros sinais padronizados.

 

 

 

 
    • Japanese construction barrier animal
rabbit barrier 

yellow barrier rabbits 

Japanese construction animal barriers

Construction barrier Kyoto 

Japanese construction animal barrier

Japanese construction animals

Japanese construction animal barriers

construction barrier animal

Construction barrier animals

In Japan even the construction barriers are made to look cute. Here’s my collection of various animals used to guide pedestrians around roadworks and block off construction sites. Animals include a rabbit – in a number of colours, two types of frog, a penguin, monkey, and what I guess are two raccoons or tanuki. Also spotted in Kobe is a rather brilliant elephant. Thanks to Paul Keller, ykanazawa1999 and Helen.P.2009 for their barrier animal photos.

*Update* I finally found my own elephant barrier in Shiga.

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Beate Uhse: Sinalização da loja

 

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Clique nas imagens para aumentar.

A loja Beate Ushe quis provocar seus clientes e, com essa sinalização, não tem homem que resista. Criação da agência Cayenne, da Alemanha. Para quem não sabe, a Beate Uhse é especializada em brinquedos, filmes e entretenimento adulto.

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Logo da UEFA para o euro 2012

 

Logo da UEFA para o euro 2012

 
Este é o logotipo oficial para o euro 2012.
O objectivo do logotipo é dar personalidade própria ao euro que será realizado com a Ucrânia e a Polónia como co-anfitriões.
O logotipo tem um visual ‘wycinanka‘, uma tradicional arte de cortar papel praticado nas zonas rurais da Polónia e da Ucrânia e também faz uma homenagem à fauna e flora da região.
 Achei interessante, por isso postei. Sandra
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O poder das vitrines: impossível não olhar para elas Edi Caires – Post 8

o poder das vitrines: impossível não olhar para elas

Poucas pessoas resistem a parar e dar uma olhadinha em uma bela vitrine. Sites comoVitrine Voyeur e Le Journal Des Vitrinesselecionam exemplos de lojas ao redor do mundo que exibem seus produtos de forma criativa, despertando a atenção de quem passa. SegundoSilmara Carneiro, da NT Vitrina, o segredo de uma boa vitrine é mostrar o produto, mas sem exageros. “É importante ter bom senso. Usar a iluminação correta, evitar o excesso de artigos expostos e seguir o mesmo estilo nos padrões e nas cores escolhidos são fundamentais para um bom resultado”, afirma ela.

Silmara explica que uma bela vitrine exige planejamento. “É preciso definir o público com o qual se trabalha para estabelecer a mensagem a ser passada. No caso de uma vitrine temática, por exemplo, o profissional precisa montar algo com começo, meio e fim, para não correr o risco de o resultado ficar confuso”, ensina ela. “De modo geral, o ideal é usar um fundo em tom mais neutro, evitando a poluição visual, ou diminuir o número de produtos expostos, no caso de o cenário ter cores mais carregadas”, complementa Silmara.

Preparamos uma galeria com algumas vitrines e pedimos a Silmara para analisar a decoração de três delas:

Vitrine da Printemps com vestido de Alexander MacQueen – “Esse tipo de vitrine vende o conceito da marca, não o produto. O trabalho do vitrinista se baseou na temática conferida, que tem a ver com o lúdico, o universo infanto-juvenil, e expõe com muito louvor um belíssimo vestido de festa num cenário nada convencional”, diz Silmara.

Vitrine da Lanvin – “Destaque para a harmonia e o despojamento na exposição dos produtos, bem como a iluminação perfeita. Que mulher resistiria a uma vitrine arrumada de tal maneira, com bolsas, vestidos e acessórios nesse clima de festa que o público feminino adora?”, desafia Silmara.

Vitrine da H&M – “Foi montada da forma expositiva mais comum, com manequins e bustos, mas sem perder o ritmo, o movimento e a suntuosidade. A coordenação de cores está muito bem apresentada e o painel retrô iluminado (backlight) confere o toque de glamour na exposição, colaborando com a iluminação ambiental do espaço”, conta Silmara.

Edi Caires
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Sistema de sinalização interna – Jacque Post 17

Sistema de sinalização interna para escritório de advocacia do Rio de Janeiro.

Sinalização para o patrimônio cultural de Mariana – MG

Sinalização Patrimônio Cultural |  Mariana, MG

Sinalização para o patrimônio cultural de Mariana – MG
Projeto de design de placas, inclusive design gráfico, para sinalização do patrimônio cultural da primeira cidade de Minas Gerais, Mariana.
Elementos de sinalização: Totens direcionais, placas para fachadas e placas de piso para praças e largos.

Ficha técnica:
LOCAL: Centro histórico de Mariana – MG
ANO DO PROJETO: 2006
ANO DE CONCLUSÃO DA OBRA: 2007
ARQUITETO RESPONSÁVEL: Ulisses Morato
SERVIÇOS: Design das placas


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Interessante dar uma olhadinha

Olimpíadas Rio 2016

 

A essa altura do campeonato você já deve ter visto a logomarca da Copa de 2014 que será no Brasil. Piadinhas a parte e milhares de twittadas comentando sobre o tema, claro que queremos descobrir o responsável.


Após descobrirmos que foi um estúdio francês de design (Richard A. Buchel) que criou a marca da Copa do Mundo no Brasil e quem ajudou na votação foram: Paulo Coelho, Niemeyer, Ivete Sangalo, Gisele Bündchen, Hans Donner e outros, o que poderia-mos concluir?
É a coisa mais comum um trabalho ser criado e o cliente não aceitar de primeira e te pedir para que sejam feitos refinamentos no que você apresentou a ele. Não consigo entender como esta foi uma das 6 opções de escolha de marca para uma copa, e o mais interessante, a vencedora. Tento deixar as críticas de lado, mas eu também sou brasileiro ( e também designer gráfico) e me ofendi com a escolha.
Me faz pensar por que não um estúdio brasileiro criar a marca? Seria tão obvio e sensato. Mas como rola muita grana por trás e sabemos que tudo isso foi comprado… Infelizmente temos que aceitar. Diferentemente do COI (Comitê Olímpico Internacional) que acredito eu, a identidade visual não é obtida através de suborno.
A identidade visual das olímpiadas é algo que encanta e mostra a fundo a cultura de um povo, gostaria de criar uma postagem só sobre isso, mas é mais fácil escrever um livro.

O último trabalho deste semestre foi criar a identidade visual das Olimpíadas de 2016 (que também serão no Brasil, mais especificamente no Rio de Janeiro). Identidade visual esta que ainda não está definida.
Desafio:
– Criar no mínimo 3 pictogramas sendo um deles o Atletismo (que deu origem as olimpíadas)
– Criar o Cartaz Oficial
– E claro, criara a Marca Oficial dos Jogos de 2016.

Segue nossa apresentação:
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Como mostrar o Brasil lá fora? Sem usar clichês? Como descobrir a verdadeira identidade de um povo que não é apaixonado pelo seu país. Que se perde quando é questionado a falar de sua própria cultura?
Pesquisamos a fundo a identidade do brasileiro, de cada povo que aqui vive, das origens do nosso povo. As pessoas de diferentes países que para cá vieram, como elas mudaram e acrescentaram na nossa cultura e costumes. Somos um povo muito rico de culturas, tão rico que acabamos nos perdendo e desvalorizando nós mesmos nossa quantidade de diferentes culturas.
Então, quem somos nós?
Fomos procurar explicação nos textos do antropólogo Darcy Ribeiro.
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Após um aprofundado estudo sobre os textos deste autor, conseguimos entender melhor como se posiciona o brasileiro e quem ele é de verdade.
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Chegamos à seguinte conclusão:
Nós não apenas absorvemos a cultura dos outros povos, como também transformamos ela e a ABRASILEIRAMOS. Está é a palavra-chave na conceituação do nosso projeto: Abrasileirar.
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E foi pensando neste conceito que desenvolvemos nossa marca: Povo que recepciona, sempre de braços abertos para receber o outro, que se esforça para se adaptar a ele e pensando descobrimos que observamos a cultura do outro e a adaptamos para o jeito brasileiro.

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E este foi o resultado obtido para nossa marca das Olimpíadas Rio 2016. Uma marca totalmente cambiável, característica do nosso povo.
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A riqueza dos ritmos do Brasil nos inspirou, são tantos. Posso me lembrar de alguns como o samba, pagode, maracatu, chorinho, rock, mpb, música afro, o rap… ah a Bossa nova (que nos faz ainda suspirar ao ouvir). Em fim, uma infinidade.

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Esta é a Pira Olímpica, pensada, planejada e executada em 3D tomando como referência Oscar Niemeyer. A idéia dela era sair fogo nas cores verde, amarelo e azul; possível de se fazer.

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A medalhas carregando a marca sustentada por fitas coloridas fazendo uma referência as fitinhas de Nosso Senhor do Bonfim.

apresentação02-12 Camisetas para serem usadas pelo comitê olímpico e pelos torcedores. Sempre com a marca presente de alguma forma.

Pensamos em como apresentar este trabalho, pois teria-mos que nos destacar. A solução foi esta camiseta abaixo

 

Print 
Camiseta esta que forma a nossa bandeira e também é a desconstrução do pictograma criado.

apresentação02-13 A família que desenvolvemos dos pictogramas que é baseada na desconstrução da marca, onde tivemos que fazer vários testes de compreensão para ver se eles eram compreendidos por grande parte das pessoas.
apresentação02-14 E o Cartaz Oficial, que usa nossa marca para formar subliminarmente a bandeira do Brasil.

Bem, para apresentar um trabalho tão complexo, tinha-mos que ir vestidos a caráter.Foto0273
É, essa é a vida que eu escolhi. Não basta gostar, tem que amar.
(Realizado por Árion Aleixo, Alan Pedro Guerra, Giuliano Di Sevo e Rodrigo Ribeiro

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Sinalização

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Sinalização

Design de Sinalização Livraria Cultura

Afim de destacar as ilustrações sobre a madeira marfim clara, do visual da Livraria Cultural, os animais foram desenvolvidos utilizando cores quentes e traços bem definidos. Nas ilustrações dos animais, ganha destaque as letras inseridas, fazendo alusão as páginas de um livro.

A sinalização segue um padrão diferenciado, com foco no público que freqüenta a livraria, facilmente caracterizado por pessoas cultas e inteligentes.

Conceitos:

Coruja: Artes

É tida como símbolo da sabedoria, por ser capaz de enxergar à noite e ver o que as pessoas não são capazes de ver.

Golfinho: Infantil

Pureza, comunicação, inocência. Os golfinhos são símbolo da amizade e o espírito brincalhão e solícito.

Sabiá: Música

O canto do sabiá é considerado um dos mais bonitos dentre todas as

aves brasileiras.

João-de-barro: Pacote

Considerado o “arquiteto da fauna”, o João-de-Barro constrói sua casa com muito cuidado e esmero.

Beija-flor: Culinária

O Beija-flor é sinônimo de romantismo, claridade, graça e suavidade.

Formigas: Caixa

Formigas são econômicas, organizativas.

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“Brincando com perspectiva gráfica no estacionamento”

 

 

Estas imagens são do estacionamento do Eureka Tower Carpark em Melbourne-AUS. As letras distorcidas nas paredes podem ser lidas perfeitamente quando o carro esta na posição correta. Esta sinalização fantástica já ganhou diversos prêmios internacionais de design.

 

sinalização em perspectiva para estacionamento

sinalização em perspectiva para estacionamento

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sinalização em perspectiva para estacionamento

 

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SISTEMAS DE SINALIZAÇÃO


SISTEMAS DE SINALIZAÇÃO
 

Condomínio Parque Atlântico Sul

 

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